Às Delegacias Federais de Desenvolvimento Agrário compete monitorar, supervisionar e gerenciar as atividades relacionadas às atribuições legais do Ministério, nos Estados e no Distrito Federal, sob orientação da Secretaria-Executiva. (DECRETO Nº 7.255, DE 4 DE AGOSTO DE 2010).

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Encontro Nacional de Delegados e Delegadas Federais do Desenvolvimento Agrário

 Agricultura Familiar Alimenta o Brasil que Cresce



Nesta quinta-feira (19), o ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Patrus Ananias, participou do encerramento do 2º Encontro Nacional de Delegados e Delegadas Federais do Desenvolvimento Agrário, em Brasília.
O ministro destacou que é necessário somar esforços para melhorar, cada vez mais, o desempenho do MDA.
“A união faz a força. Temos que buscar sinergia e peço muito empenho de todos os envolvidos no ministério”, afirmou. “Temos visitado gente do Brasil inteiro e visto o desenvolvimento da agricultura familiar no País. Encontramos com movimentos sociais, que estão muito presentes. E quero passar para vocês que vimos muita coisa boa, muita energia positiva”, destacou.
Durante o encontro, que começou na terça-feira (17), os delegados e delegadas se dividiram em três grupos para discutir avanços, conquistas, estratégias, execução das ações, desafios de 2015 e propostas para 2016. Na roda de diálogo com o ministro, um representante de cada grupo apresentou os principais pontos discutidos durante os três dias de evento.
Para a delegada federal do MDA no Acre, Zenilda Bezerra, o encontro foi uma possibilidade de avaliar e pensar em como ampliar cada vez mais as ações do ministério.
“Nós tivemos alguns problemas, mas também aumentamos os mutirões, as fiscalizações de contratos, nossos recursos para Ater. Isso para nós é um ganho, que pudemos discutir aqui para melhorar ainda mais”, ressaltou.
O Encontro
O evento reúne 26 delegados e delegadas do MDA para avaliar o trabalho realizado  em 2015 e discutir as estratégias de ação para os próximos três anos. Entre os temas debatidos estão a promoção da reforma agrária, a regularização fundiária e a política de crédito fundiário - como instrumentos de democratização do acesso à terra e combate a violência no campo, além da autonomia socioeconômica das mulheres rurais, com a garantia dos direitos da cidadania.

Ascom - mDA

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Avaliação e estratégias de ação para os próximos 3 anos

Vinte e seis delegadas e delegados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) estão reunidos em Brasília, para avaliar o trabalho realizado pela pasta em 2015 e discutir as estratégias de ação para os próximos três anos. Entre os temas debatidos estão: a promoção da reforma agrária, a regularização fundiária e a política de crédito fundiário - como instrumentos de democratização do acesso à terra e combate a violência no campo, além da autonomia socioeconômica das mulheres rurais, com a garantia dos direitos da cidadania. O encontro, que teve início hoje (17) prossegue até sexta-feira (20).
A secretária executiva do MDA, Maria Fernanda Coelho, que prestigiou a abertura do 2º Encontro Nacional de Delegados e Delegadas Federais de Desenvolvimento Agrário – 2015, frisou que este é um momento de integração, alinhamento e direcionamento estratégico. “É importante para fazermos uma avaliação em relação a tudo que foi proposto ao longo do ano de 2015. E, com base no PPA 2016/2019, todos os delegados poderão ter clareza das ações que estão desenhadas para os próximos três anos”, destacou ao salientar a importância do trabalho desenvolvido pelas delegacias do MDA.
“O delegado é um agente público fundamental para que as políticas, as diretrizes e os objetivos estratégicos do Ministério do Desenvolvimento Agrário estejam presentes na vida e no cotidiano do agricultor familiar, da comunidade quilombola, dos indígenas e dos assentados da reforma agrária”, disse.  
Participação
O delegado do MDA no Rio Grande do Norte, Caramurú Paiva,  é um dos participantes do evento.  Segundo ele, o encontro é uma oportunidade de discutir os avanços das políticas públicas para a agricultura familiar. “Nós viemos fazer um balanço do que foi possível avançar e fazer os ajustes, para que as mudanças positivas continuem acontecendo, fazendo com que o campo e agricultura familiar ampliem seu papel de produtor de alimentos, e vá, cada vez mais, se dirigindo para a conversão agroecológica”, disse ao ressaltar que o objetivo é produzir alimentos de qualidade para o povo brasileiro.

Ascom - MDA

Pesquisa ajuda a avançar na documentação da mulher rural

Nesta terça-feira (17), realizadores de todo país, do mutirão que dá acesso gratuito a documentação para mulheres do meio rural, se reuniram em Brasília para o primeiro dia do Encontro Nacional do Programa de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR).
Foram debatidos pontos como a distância dos locais dos mutirões e a necessidade de repor constantemente o material usado para confecção de documentos.  Essas questões foram apresentadas aos participantes como resultado da pesquisa realizada por meio da parceria entre Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Fundação Carlos Chagas (FCC) e Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
A análise verificou como está o acesso e a possível carência de documentação civil, trabalhista, previdenciária e fiscal nas áreas de abrangência dos Territórios da Cidadania, por parte das mulheres rurais brasileiras. Durante o encontro foram apresentados dados primários sobre o problema da indocumentação, que foram obtidos por meio de aplicação de questionários e observação participante.
O estudo, segundo a diretora de Políticas para as Mulheres Rurais do MDA, Célia Watanabe, foi realizado para ajudar a melhorar o Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR).
“Isso vai ajudar a avançar no programa porque esse estudo mostra onde estão as dificuldades e assim podemos corrigí-las. Essa pesquisa foi encomendada para nos ajudar a redefinir e redesenhar como vamos trabalhar o programa nos próximos anos”, afirmou.
A pesquisa
A coordenadora da pesquisa, Arlene Ricoldi, caracterizou o trabalho como desafiador e inovador. Ela explica que a análise foi motivada pela existência do Pndtr e que contribui com seu aprimoramento, porém não é uma avaliação específica do programa.
“A proposta da pesquisa é tentar conhecer um pouco mais sobre as condições da documentação no meio rural e, claro, sobre a vida das mulheres”, explicou.
O levantamento foi feito em 37 municípios de 20 Territórios da Cidadania, nas cinco regiões do país e em mais de 70 localidades rurais como comunidades quilombolas, indígenas e assentamentos da reforma agrária.
“Abordamos mais de mil domicílios, em cada um falamos com uma média de quatro pessoas”, destacou Ricoldi.
Para o representante da FAO, Gustavo Chianca, a análise foi muito bem feita e tem enorme importância no que diz respeito a gênero e representação das mulheres.
“Acredito que o encontro vai ser muito oportuno porque a qualidade desses resultados é muito importante”, disse.
A representante do Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Nordeste, Elenita de Souza, classificou a documentação das mulheres do campo como algo essencial.
 “Quando nós, mulheres rurais, passamos a ser documentadas, começamos a ter autonomia. Passamos a acessar as políticas e programas do governo e, assim, a levar renda para dentro de casa”, ressaltou.
O Encontro Nacional do Programa de Documentação da Trabalhadora Rural segue até a próxima quinta-feira (19), e quer ampliar a integração entre as equipes dos órgãos atuantes no programa, aprofundar o debate sobre gênero e feminismo e possibilitar a troca de experiências entre os diversos órgãos parceiros na execução do PNDTR.

Serviço
Encontro Nacional do Programa de Documentação da Trabalhadora Rural
Data: 17 a 19 de novembro
Horário: 09h às 18h
Local: Hotel Planalto Bittar, Bl. A, quadra 3 – Setor Hoteleiro Sul

Tássia Navarro
Ascom/MDA

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Garantia-Safra beneficia mais de 280 mil agricultores familiares em novembro


Mais de 280 mil agricultores familiares, aderidos ao Garantia-Safra, que vivem em municípios da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte já podem receber o benefício relativo à safra 2014/2015. A lista das localidades contempladas está na portaria publicada nesta segunda-feira (16), no Diário Oficial da União.
Para ter direito ao benefício, é necessário comprovar perda de pelo menos 50% do conjunto da produção de feijão, milho, arroz, mandioca e algodão.  Esses agricultores vão receber, neste mês de novembro, a primeira parcela das cinco de R$ 170 cada, totalizando R$ 850 por agricultor.  
Os pagamentos seguem as mesmas datas definidas pelo calendário de benefícios sociais da Caixa Econômica Federal.
A cada mês uma nova portaria é publicada incluindo novos beneficiários. O agricultor deve verificar se sua cidade participa do Garantia-Safra, que é voltado para atender aos estados do Nordeste e Semiárido.
O recurso é do Fundo Garantia-Safra, composto por contribuições do agricultor, do município, do estado e da União.  
Contribuição do agricultor
Para participar do Garantia-Safra, o agricultor deve procurar o escritório local de assistência técnica ou o Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município onde vive, para fazer sua inscrição, por meio da Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP. Depois deve procurar a Prefeitura para receber um boleto e fazer a adesão ao Garantia-Safra. O pagamento do boleto deve ser feito em uma agência da Caixa Econômica Federal ou correspondente bancário, dentro do prazo definido para seu município. A adesão deve ser realizada antes do plantio.
O município deve assinar o Termo de Adesão com o governo estadual e definir a quantidade de agricultores que vão participar em sua jurisdição.

Ascom - MDA

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Pronaf tem 14 produtos com bônus em novembro

Agricultores familiares que acessaram o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) terão desconto no pagamento dos financiamentos nas seguintes culturas: açaí, algodão em caroço, babaçu (amêndoa), borracha natural cultivada, cacau (amêndoa), cana de açúcar, castanha de caju, feijão, leite, manga, raiz de mandioca, sorgo, trigo e triticale. A lista completa foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (9). 
Neste mês de novembro, esses 14 produtos tiveram o valor de mercado abaixo do preço de garantia (definido com base no custo de produção) do Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar (PGPAF). A dedução vale para o período de 10 de novembro a 9 de dezembro de 2015, com referência nos preços praticados no mercado em outubro. O açaí, por exemplo, tem desconto de 23,73% no Amazonas e a raiz de mandioca está com 42,90% no Espírito Santo.
O PGPAF é bom para o governo, pois contribui para a manutenção da capacidade de pagamento do produtor, e  bom para o produtor, que pode planejar os investimentos e o custeio da safra com equivalência em produtos.
O bônus é calculado mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado pela Secretaria da Agricultura Familiar (SAF/MDA). A Conab faz um levantamento nas principais praças de comercialização dos produtos da agricultura familiar e que integram o PGPAF.
Cesta de produtos
Agricultores familiares que têm parcelas de operações de investimento do Pronaf terão desconto correspondente à média dos bônus do feijão, leite, mandioca e milho (cesta de produtos), concedidos mensalmente pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF).
Neste mês de novembro, nove estados terão bônus, com base na cesta de produtos. São eles: Alagoas (2,06%), Bahia (2,06%), Pará (1,84%), Pernambuco (2,04%), Mato Grosso do Sul (11,67%), Espírito Santo (10,73%), São Paulo (6,78%), Santa Catarina (4,12%) e Paraná (3,69%).

Selo Combustível Social

A produção do biodiesel no Brasil representa o desenvolvimento de uma fonte energética sustentável do ponto de vista ambiental, econômico e social, reduzindo a emissão de poluentes, gerando renda e inserindo agricultores familiares na cadeia produtiva do biodiesel, por meio do Selo Combustível Social.
O coordenador de Biocombustíveis do MDA, Marco Pavarino explica as vantagens do selo e como funciona.
O que é o selo e como funciona?
O selo é um instrumento do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, instituído em 2005, e tem como fundamento a inclusão social e produtiva da agricultura familiar, o desenvolvimento regional e a produção sustentável de matéria prima para energia renovável. Para obter a concessão do selo, as indústrias produtoras de biodiesel precisam cumprir três requisitos, previstos na legislação. O primeiro é comprovar a aquisição de matéria-prima da agricultura familiar, de acordo com os percentuais estabelecidos por região. O segundo é que esses contratos precisam ser prévios, para que o agricultor tenha garantia de venda. E, por último, os produtores familiares que estão envolvidos no processo precisam ter acesso à Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Se a indústria cumpre essas condições, o MDA concede o selo.
Além da assistência técnica, o selo está vinculado à oferta de alguma outra política pública?
O interessante do arranjo produtivo estabelecido para o selo é esse. É importante ressaltar que essa assistência técnica ofertada ao agricultor é custeada pelas empresas que vão adquirir a matéria-prima ou pelas cooperativas habilitadas a operacionalizar o programa. Mas, obrigatoriamente, essa assistência precisa obedecer a critérios e diretrizes previstos na Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária (Pnater), como a visão integrada da propriedade e a promoção das potencialidades e vocações regionais e locais.
Também é muito comum que os agricultores familiares viabilizem a produção de matéria-prima acessando o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Há, inclusive, uma linha de crédito criada especialmente para uma das culturas que integram o programa, o Pronaf Eco Dendê.
As cooperativas também costumam se organizar para comercializar outros produtos que saem das propriedades familiares, por meio de iniciativas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
Que vantagens econômicas as indústrias têm com a adesão ao selo? E os agricultores familiares?
Todos ganham. As indústrias porque, além do marketing social, têm garantia de venda. Isso porque a legislação prevê que 80% de todo volume de biocombustível adquirido pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) seja proveniente de empresas que possuem o selo combustível social. Só 20% são de concorrência livre no mercado.
Os contratos fechados antecipadamente entre empresas e agricultores, um dos requisitos para que o MDA conceda o selo às indústrias, também trazem vantagens econômicas para o agricultor familiar que comercializa a produção antes mesmo de colher.
Quais são as matérias-primas utilizadas para produção de biocombustível? Como elas revelam as potencialidades regionais?
O compromisso de diversificar a matéria-prima adquirida existe desde a concepção do programa e do selo. Isso fica muito evidente quando falamos sobre a cultura de mamona, que teve seu auge entre 2008 e 2010 e hoje está em declínio, principalmente por questões climáticas. Atualmente, a soja é a principal matéria-prima para produção de biodiesel. Por ela ter um subproduto que responde de forma muito efetiva na produção do biodiesel, que é o óleo, a cultura acabou se adaptando bem ao programa. Também é importante frisar que a soja já tem uma cadeia produtiva estruturada, tecnologia disseminada e infraestrutura de armazenamento estabelecido.
Para além da soja, temos outras culturas que são fomentadas pelo MDA para viabilizar a inclusão produtiva dos agricultores familiares. Como o dendê, o algodão e o amendoim. Também têm surgido esboços para o fornecimento de coco, principalmente na região Nordeste.
Por falar nas matérias-primas do biocombustível, uma portaria mudou recentemente alguns critérios do programa. O que está diferente?
A portaria trouxe maior clareza sobre os procedimentos técnicos e administrativos que devem ser adotados quando houver arranjos de aquisição de matéria-prima de origem animal, como o sebo bovino, vísceras de frango e óleo de peixe, por exemplo. Os procedimentos serão adotados tanto pelas empresas produtoras de biodiesel quanto pelo órgão gestor do Selo Combustível Social.
Além dessa alteração, a nova portaria deixa claro que a quantidade de matéria-prima declarada pelas empresas produtoras de biodiesel ou cooperativa será limitada a área que consta na Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). A quantidade adquirida de matéria-prima que é apresentada por agricultor também deve ser coerente com produtividade que é informada pelo IBGE, Conab, e outros órgãos oficiais.
Por fim, a portaria estabelece que quando um arranjo do selo ocorrer em um assentamento da reforma agrária o superintendente do Incra, naquela jurisdição, tem que dar ciência.
Quantas famílias já foram beneficiadas com o programa
Os números revelam a importância do programa. Só em 2014, mais de 72 mil famílias forneceram matéria-prima para produção de biodiesel diretamente para as indústrias ou por meio de cooperativas. Aliás, o cooperativismo tem se fortalecido como uma ferramenta importante para o programa. Fechamos o último ano com 78 cooperativas cadastradas, em 2008 eram apenas 20. Os agricultores produziram em média três bilhões de toneladas de matéria-prima, o que equivale a R$ 3 bilhões. E a tendência é aumentar a demanda, já que a mistura compulsória de biodiesel ao diesel passou de 5% para 7%. Vale destacar que o programa traz benefícios maiores, que não foram quantificados. Estamos falando de energia renovável e sustentável, de uma iniciativa que traz benefícios pra todo o país, aliás, para o mundo.

Ranyelle Andrade
Ascom/MDA

FBB divulga resultado de edital para juventude rural

Foi publicado o resultado preliminar da seleção de projetos do Edital Juventude Rural 2015/008 da Fundação Banco do Brasil / BNDES. O edital prevê apoio a projetos voltados à estruturação de empreendimentos econômicos coletivos, visando ao fortalecimento da autonomia econômica e social da juventude rural de base familiar. O total de recursos não reembolsáveis previstos para apoio a projetos selecionados é de R$ 8 milhões.
As entidades que apresentaram propostas e não foram selecionadas poderão entrar com recurso até às 18h (horário de Brasília) do dia 10/11 (terça-feira). Os recursos devem ser encaminhados à Comissão de Seleção, por meio do endereço eletrônico chamadaspublicas@fbb.org.br com o seguinte título: "Edital de Seleção Pública nº 2015/008 - RECURSO". As mensagens que não apresentarem esse título serão desconsideradas. O resultado da análise dos recursos será divulgado na página eletrônica www.fbb.org.br e publicado no DOU. 
Confira aqui a lista com as propostas selecionadas e as que apresentam alguma incongruência com o Edital e que são passíveis de recurso.
Mais informações no site da Fundação Banco do Brasil.